SENTIMENTOS

SENTIMENTOS

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

SE EU AINDA ESTIVER AQUI

A desilusão e a deceção são cruéis.
é cruel confiares tanto em alguém, fazeres tudo para essa pessoa estar bem e feliz, no final.. ela estraga tudo com apenas uma mensagem. Uma acusação parva sem sentido... sim porque .. por muito que o tivesse feito.. porque haveria de ser um erro? Não sou amiga? não sou sincera? Fiz alguma coisa de errado como amiga? alguma vez voltei costas ou xinguei alguém? ou algum amigo de amigo?
Não sei como e que alguém pode ser assim para quem lhe quer tanto bem. O que faço?
Desisto de tudo?
Vou embora?
Desapareço?
Onde esta a minha confiança?
Onde esta a minha vontade de lutar, se cada porta que abro me jogam com água na cara.
Não é fácil lutar contra a maré..
Não e fácil percorrer um caminho cheio de pedras e desvia-las todas sozinha. Acabamos por nos cansar..
Não é fácil ser tanto para alguém que nos dá tão pouco..
Que não sabe valorizar
Que não sabe admitir que errou..
Já não digo mais nada, nem peço desculpa, nem peço para me pedir desculpas, pois se não quer ver, e porque não quer dar valor. E se não quer dar valor e porque não sou importante.
Queres que suma não é?
Pois se é isso que queres é isso que vais ter. se não sou digna da tua confiança, digna ser tua amiga, então que faço eu aqui? porque faço eu tanto por ti?
Ela sim é importante ..
Ela sim é que é boa
Ela sim é que é tua amiga
Por ela reclamaste hoje comigo.. sem me perguntar sequer se era verdade e porque?
Só pode ser uma ela...
se fosse um ele não estarias nem agiria assim..
Deixaste de falar
Fizeste a tua escolha
Já não peço mais nada, já não digo mais nada.. se algum dia te pesar a consciência... diz..
Se eu ainda estiver aqui


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Nem sei por onde começar

Sinto me tão triste que nem sei por onde começar.... Talvez amanha outro dia eu tenha coragem para falar..
Só me apetece sumir, desaparecer de vez..
Se estamos mal.. ninguém nos quer ouvir..
Onde esta a amizade?
Onde esta a confiança?

segunda-feira, 15 de julho de 2013

sexta-feira, 10 de maio de 2013

A PEDRA NO CAMINHO


Conta a lenda de um rei que viveu num país de além-mar há muitos anos.
Ele era muito sábio e não poupava esforços para ensinar bons hábitos ao seu povo. Frequentemente fazia coisas que pareciam estranhas e inúteis; mas tudo o que fazia era para ensinar o seu povo a ser trabalhador e cauteloso.

- Nada de bom pode vir para uma nação - dizia ele - cujo povo reclama e espera que os outros resolvam os seus problemas. Deus dá as coisas boas da vida a quem lida com os seus problemas por conta própria.

Então o Rei resolveu mais uma vez ver o que o seu povo faria perante a seguinte situação:

Uma noite, enquanto todos dormiam, ele pôs uma enorme pedra na estrada que passava pelo palácio. Depois foi esconder – se atrás de uma cerca, e esperou para ver o que acontecia.

Primeiro veio um camponês com uma carroça carregada de sementes que levava para a moagem na usina.

- Quem já viu tamanho destino? - Disse ele irritado, enquanto desviava sua parelha e contornava a pedra.
- Por que será que esses preguiçosos não mandam retirar essa pedra da estrada? - E continuou a reclamar da inutilidade dos outros, mas sem tocar, ele próprio, na pedra.

Logo de seguida vem um jovem soldado, a cantar pelo caminho.  A longa pluma do seu quepe ondulava na brisa, e uma espada reluzente pendia à sua cintura. Ele pensava na maravilhosa coragem que mostraria na guerra.

O soldado não viu a pedra, mas tropeçou nela e  estatelou-se  no chão poeirento.
 Ergue-se, sacudiu a poeira da roupa, agarrou na espada e enfureceu-se com os preguiçosos que insensatamente tinham largado uma pedra tão grande na estrada.
No entanto, ele também se afastou, sem sequer pensar, que ele próprio poderia marcar a diferença e retirar a pedra.
E assim foi passando o dia.
Todos os que por ali passavam reclamavam e resmungavam por causa da pedra colocada na estrada, mas ninguém a mudava de lugar.
ATE QUE
Ao cair da noite, a filha do moleiro passou por lá. Era muito trabalhadora, e estava muito cansada, pois desde muito cedo que andava a trabalhar no moinho.

No entanto, disse para si mesma:

- Já está a escurecer e alguém pode tropeçar nesta pedra à noite ferir-se gravemente.
- Vou tirá-la do caminho.

E tentou arrastar dali a pedra, que era muito pesada. No entanto ela não desistiu, e empurrou, e empurrou, e puxou, e esforçou-se até conseguir retirar a pedra do caminho.
 Para sua surpresa, encontrou uma caixa debaixo da pedra.

Ergueu a caixa.
Era pesada,
Parecia estar cheia de alguma coisa.
Na tampa estava escrito: "Esta caixa pertence a quem retirar a pedra."
Ela abriu a caixa e descobriu que estava cheia de ouro.

A filha do moleiro foi para casa com o coração feliz.
Quando o fazendeiro e o soldado e todos os outros ouviram o que se tinha passado, correram todos ao local, onde se encontrava a pedra anteriormente e revolveram o pó da estrada com os pés, na esperança de encontrar um pedaço de ouro.

- Meus amigos - disse

o rei -, com frequência encontramos obstáculos e fardos no caminho. Podemos reclamar em alto e bom som enquanto nos desviamos deles se assim preferirmos, ou podemos erguê-los e descobrir o que eles significam.
A decepção é normalmente o preço da preguiça.

Então o sábio rei montou em seu cavalo e com um delicado boa noite retirou-se.